Pequenas doses da sociedade sorvidas por mulheres em uma mesa de bar. Sem moderação.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Se joga perua!

Foto: Divulgação

Alguns deles gostam realmente de parecer com elas, então capricham no aplique, arrasam na maquiagem, turbinam os seios e se jogam na night.

Com um jeito descontraído, eles ou melhor, elas, driblam o preconceito sem perder o auto-astral. Ousadia? Sinônimo de diversão e assim é possível pintar o mundo cor de rosa. É isso mesmo que você está pensando, homens vestidos de mulheres.

Conversando com uns amigos meus gays que se montam, percebi que nem tudo é sempre festa, eles temem o preconceito sim, mas enfrentam da maneira que mais gostam, com felicidade contagiante por estar causando repercussão, é quando geralmente falam uns pros outros o que eles chamam grito de guerra: “-se joga perua”

Pedofilia protegida pela ideologia e religião

A liberdade cultural e de pensamento diz respeito a si mesmo (a), quando você já tem condições de decidir o que é quer para si. Liberdade não é impor, a quem não tem condições de escolher, uma vida pré-determinada

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinha menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais. "Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", falou Zahar, aos noivos vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas. As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e maquiadas, receberam bouquets de noiva.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.


O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima que existem 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF
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Carros de luxo, enquanto meninas são tratadas como lixo

O que não volta mais...

Foto: Divulgação

Desenvolvimento da sexualidade feminina precoce: A culpa é de quem?

De acordo com dados do Ministério da Saúde, de 1996 a 2006 o percentual de garotas que perderam a virgindade até os 15 anos saltou de 11% para 33%. Nesta mesma faixa, 47% dos meninos já tiveram sua iniciação.

Acontece que essa curiosidade pelo novo pode trazer graves conseqüências para as meninas, como: perca de infância , não ter prazer (e se cobrar por isso), associar o sexo a algo errado e ruim, a gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis e dificuldades de relacionamento.

Não é possível apontar um responsável pela sexualidade precoce das novas gerações. Muito eleger culpados. Mas há fatores que levaram a esse quadro como, por exemplo, a vulgarização do sexo nas letras de algumas músicas, programas televisivos e também a dificuldade dos pais em impor limites aos filhos e dialogar com eles sobre sexualidade.

Frescura de mulher

Foto: Divulgação
Vaidosas, adoram se emperiquitar, porque pra elas sair sem salto é como sair despidas.

Mas, por que essa vaidade toda? Há quem diga que as mulheres são assim para provocar os homens e há quem diga ainda que na verdade elas gostam é de competir entre si. Entretanto, muitas afirmam que na verdade só querem sentir- se bem consigo mesmas.

Apesar de nem todas as mulheres serem exageradamente vaidosas, podemos dizer que a maioria de fato é, pelo menos é o que indica a pesquisa realizada pelo site vida minha que trata exclusivamente da mulher. De onde surgiu essa necessidade de estar sempre na moda?

A moda é o que caracteriza o fenômeno sócio-cultural que expressa os valores da sociedade hábitos e costumes. Surgiu da necessidade que o homem da pré-história tinha de se proteger do frio. Mas a mera necessidade de se cobrir para combater o frio tornou-se um aspecto cultural e febre entre a maioria das mulheres.


O aborto dos outros

“ [...] direitistas defendem o direito do feto à vida, porque é sagrada, e o direito do Estado de matá-lo se ele der errado.”
(Luis Fernando Veríssimo)


O vídeo “O Aborto dos outros” retrata a maternidade em seu ponto limite. Percorre situações de aborto em hospitais públicos que atendem mulheres vítimas de estupro, casos de má-formação fetal e vítimas de abortos clandestinos. O filme mostra os efeitos perversos da criminalização para as mulheres e aponta a necessidade de revisão da lei brasileira.
Leia mais: Aborto. Uma questão de saúde pública

Assista ao vídeo:

Poucas, loucas e metade da humanidade.

O movimento de mulheres defende um mundo mais justo para todos e todas. No Brasil, a própria licença paternidade foi uma conquista do movimento de mulheres e não dos homens, mas para eles.

Muitos dizem que somos poucas e loucas quando lutamos por valores éticos, igualdade de direitos e respeito às diferenças. Mas na verdade, somos metade da humanidade e comprovamos que podemos transformar o poder.

No vídeo, a luta das mulheres que um belo dia resolveram mudar o mundo. É muito bom perceber quanta coisa aconteceu.

Assista ao vídeo:

Mulheres. Mais empregos. Menores salários

Foto: Candice Machado
Por que as mulheres não têm as mesmas oportunidades que os homens no mercado de trabalho? Elas têm. Apenas ganham menos que os homens.

Através do estudo realizado pelo Instituto Catho, pode-se notar que a diferença entre os salários de homens e mulheres vem crescendo nos últimos anos. No ano de 2005, essa diferença era aproximadamente 52% a mais para o salário dos homens. Em junho de 2007, essa diferença subiu para 75,38%, no geral.

Foto: Divulgação
Analisando essa diferença, no mesmo período, em diferentes cargos, nota-se que houve um aumento da diferença entre salários, principalmente para os cargos mais elevados, como diretorias (aproximadamente de 20%).
Para os cargos de trainee, estagiários e operacionais, houve uma queda na diferença salarial quando se compara os anos de 2005 e 2007. Apesar dessa diminuição, a classe referente aos operacionais tem uma diferença de 45,59%, a maior diferença entre os níveis hierárquicos.

A luta agora não pela inserção no mercado, mas por respeito às profissionais.

Veja abaixo os dados da pesquisa (Fonte: Pesquisa Salarial Catho):